quinta-feira, 30 de junho de 2011

Post nº 50

Nesse post, vi o que já tinha escrito e cheguei à seguinte conclusão:


É melhor começar a seguir meus próprios conselhos!


Eu até pareço um sujeito razoável e resolvido com o que apareceu aqui, até mesmo quem me conhece mais de perto deve ter uma opinião positiva a respeito da minha pessoa, mas o fato é o seguinte: eu não sou, assim, essas coisas todas.
(aliás, se começasse a contar os próprios erros, ia faltar dedo...)


Mas acho que isso deve ser normal.


...


De qualquer maneira, melhor voltar a estudar =P

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Reações

Sempre me esforcei por ter um perfil similar em todos os momentos.


Não tenho perfil 'na universidade' ou 'na oficina' ou 'com os amigos' ou 'só na curtição' [hehe!].


Não é apenas uma questão de integridade, é uma questão de interface.
Dessa forma, pessoas que me conhecem em mais de um círculo de amizades podem esperar reações semelhantes mesmo em condições diferentes.


Faço isso para garantir que todos tenham o mesmo tipo de experiência comigo, obviamente, com mais ou menos intimidade.
A privacidade é mantida a nível pessoal ou a nível de grupo, dependendo do tipo de interação e das circunstâncias... É complexo =P


Isso só não funciona com máquinas... Elas sempre te tratam com uma impessoalidade latente...
Mas, felizmente, as pessoas são muito mais abundantes e divertidas do que estas!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Magnetis

Se tem uma coisa que me faz bem é a trilha sonora do Magnetis:


Solo


Ela estranhamente me ajuda a relaxar...


Invariavelmente, eu acabo por assumir um pouco a mais de responsabilidades do que eu posso levar.
Daí, quando todas as coisas me exigem ao mesmo tempo, ao invés de fazer algumas bem-feitas e deixar as outras pendentes, eu me esforço mais para deixar todas mediocres...


A pior parte é que uma vez que as pessoas te pegam com tempo livre e vêem o seu empenho, daí elas esperam um mesmo desempenho depois, quando você não tem mais tanto tempo...


Umas você tem medo de desapontar, outras você tem vontade de mandar se danar...


Enfim...


É a vida...


Imaginava que crescer fosse mais fácil =P

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Nerds

Agora, então, se você assiste a seriados esquisitos e joga videogame ou lê coisas de outras culturas você se torna um "Nerd"?!


Muito deste título foi banalizado, mas houve uma época em que apenas os bons eram detentores de tal reconhecimento.


Proponho a criação de um novo título, mais apropriado à realidade dos estudantes de exatas.


Porque, sinceramente, comparar um cidadão que assiste StarTrek a um que efetivamente resolve equações diferenciais usando a transformação de Laplace...


Eu mesmo não sei se me enquadro muito bem nessa categoria, pois embora já tenha sim jogado videogame quando era pequeno, hoje eu não mais invisto tempo nisso; não assisto à televisão; estou por fora dos seriados, tanto os antigos quanto os novos; não sou o estereótipo de "jogador de RPG" e não me importo tanto com gadgets, que são lançados a cada semestre.


Entretanto, sou apaixonado por inventos e ciências naturais e levo isso às últimas consequências. Gasto meu tempo estudando, projetando e curtindo a vida, como tem que ser.


Aos ofendidos, meus perdões. Simplesmente não gosto de ser comparado e rotulado com rótulos errados! (estereotipar até que vai, mas aplicar o estereótipo errado, caramba!)




Isso é um "nerd": http://www.gordonerd.com/




Isso é um "engenheiro": http://www.humornaciencia.com.br/miscelanea/pai-engenheiro.htm


Na minha humilde e sincera opinião, eu sou muito mais do de baixo do que do de cima...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Ensinos superiores...

No MIT eu ganharia créditos por fazer um motor elétrico na aula de física 3 (lá é física 2, mas não importa o nome); e se o motor passasse de 1950 Rpm, seriam 20 créditos.


1- Ou o sistema de créditos deles é muito diferente do daqui ou...
2- eles realmente tem um ensino superior mais legal.


E eu, aqui, calculando campo elétrico dentro de um dielétrico dentro de um capacitor...


ugh...


...


Ao menos vou saber pra onde apontam os malditos vetores do campo elétrico! caramba!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Um parêntese sobre a Igreja

Não sou muito de espalhar minhas convicções, mas postei isso recentemente num grupo cristão e, modéstia à parte, achei muito bem-escrito!

A parte entre colchetes foi colocada agora, para clarificação do texto original.

--

É bem fato que Jesus não nos deixou exemplo de organização como instituição, mas se tentarmos, individualmente, seguir seus passos, seu Espírito é poderoso para operar em nossas instituições.

Ele é quem cuida e supre a Igreja.
Se a Instituição demonstra vitalidade é porque ele tem sido gracioso.

Ontem os Gideões espalharam bíblias pelo campus da Unicamp, e eu me peguei observando como as pessoas liam a introdução e logo pulavam para o verso, onde estão as referências das respostas às perguntas existenciais.

Há a necessidade de explicação! Quem as guiará? Onde procurarão por apoio? Nem seus próprios discípulos o compreendiam!
Creio que a Instituição exerça parte importante na manifestação do Reino, porque quando somos organizados e nos mostramos um, o mundo vê que "a coisa funciona", mesmo apesar de nossos diferentes pontos de vista e opinião.

Lembrando que a Instituição não é um corpo de diretores ou um conselho eleito.
A Instituição somos nós.
Nós somos o corpo da Instituição.

Portanto, substituindo "nós" onde estava "a Instituição", na frase acima (e flexionando os verbos da maneira apropriada ^^):
Creio que nós exercemos parte importante na manifestação do Reino, porque quando somos organizados e nos mostramos um, o mundo vê que "a coisa funciona", mesmo apesar de nossos diferentes pontos de vista e opinião.

A unica parte alterada é [a] que cita o sujeito. A substituição de "a Instituição" por "nós" não altera o teor da afirmação.

Tenha paz e confie que Deus cuida de seu ministério, porque ele é soberano para usar o que quiser onde e quando quiser para efetuar a sua vontade.

E ele não é relapso, nem emotivo nem qualquer outra coisa [do gênero].